Quinta-feira, 3 de Setembro de 2009

Ah... L'amour!

Estava eu muito bem a almoçar quando um par de moscas estava a dar a queca mosquídea. Ora, eu tentei ignorar mas o que é certo é que o presumível equivalente a gemidos por parte daquele pequeno casal era bastante sonoro. "BZZZZZZZZZZZZT!" ad nauseam.

Eles tinham-se conhecido o quê? Um minuto antes? Mas mesmo assim, não podia deixar as DSTs tratar do assunto, visto que além de não saber se há um equivalente a HIV nos mosquitários, ambos poderiam ser dois indíviduos saudáveis.

Não me controlando, peguei num jornal do dia anterior, enrolei-o e dei com ele nos moscos.

O que presenciei a seguir, foi uma prova de verdadeiro amor.

Não sabendo como, matei apenas a mosca que estava a apanhar por trás ( presumivelmente a fêmea, mas os insectos funcionam de forma estranha, por isso não corro riscos ). O "macho" então levantou voo, levando a "fêmea" morta consigo. Voou meia sala e acabou por cair no chão com o peso excessivo.

Se isto não é amor, não sei o que é.

Ou isso ou as moscas são como os cães, e entalam uma na outras após o acto, mas tiraria toda a magia ao assunto, e preciso de temas para blogar.

Matei a mosca restante, porque não gosto de moscas. Mas não pude deixar de falar nesta mosca que conseguiu fazer mais na sua vida do que ir contra janelas e comer merda.





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